

Foto: © Reuters/Gintare Karpaviciute/proibida reprodução
Sejam de ouro, prata ou bronze, as medalhas dos Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina têm uma coisa em comum: podem quebrar.
Os organizadores dos Jogos anunciaram na segunda-feira (9) que iniciaram uma investigação sobre uma série de incidentes que deixaram medalhistas olímpicos, incluindo a campeã norte-americana de esqui alpino Breezy Johnson, com uma medalha rachada e lascada.
“Estamos plenamente cientes da situação e vocês viram as fotos”, disse Andrea Francisi, diretor de operações dos Jogos de Milão-Cortina, em uma coletiva de imprensa na segunda-feira (9). “Estamos investigando qual é exatamente o problema.”
“Daremos a máxima atenção às medalhas… para que tudo seja perfeito, porque esta é uma das coisas mais importantes para os atletas.”
Johnson é uma das várias atletas condecoradas na Itália que viram suas medalhas quebrar, rachar e estourar poucos minutos após as cerimônias de premiação nos primeiros dias dos Jogos.
“Está quebrada”, disse Johnson aos repórteres logo após a cerimônia do pódio, mostrando sua medalha rachada e lascada em uma das mãos, enquanto a fita separada pendia em seu pescoço. “Eu estava pulando de alegria, então ela simplesmente caiu.”
Ela não é a única. O biatleta alemão Justus Strelow teve sua medalha de bronze rachada no chão durante as comemorações na sede da equipe.
A medalha de prata da esquiadora de cross-country sueca Ebba Andersson no esquiathlon teve um destino semelhante.
“A medalha caiu na neve e se partiu em dois”, disse Andersson, segundo a emissora sueca SVT. “Agora espero que os organizadores tenham um ‘plano B’ para medalhas quebradas.”
* É proibida a reprodução deste conteúdo.
Fonte: Agência Brasil




