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Alguns educadores cravaram seus nomes na história da Princesa

Pedagogos, mestres ou educadores, como quer que sejam chamados, os profissionais da educação — e, de forma mais convencional, professores —, ao longo da existência humana cumprem a importante e indispensável missão de preparar gerações inteiras para o desempenho, com qualidade e responsabilidade, de diferentes atividades. Na Cidade Princesa, muitos desses educadores deixaram marcas profundas na comunidade.

É natural que tudo mude com o tempo, como nós mudamos. Até as rochas sofrem o desgaste do tempo, a erosão. Assim, seria impossível pretender que o ensino escolar, a educação como se diz nos dias atuais, seguisse o mesmo modelo de seis, sete ou oito décadas atrás, quando a avançada tecnologia hoje existente — e que chega a surpreender a quem com ela convive pela mutação rápida — só poderia ser imaginada em filmes de ficção, nas monumentais obras de Hollywood, que chegavam através das telas cinematográficas e eram vistas como “coisas de doido”.

Mas o ensino mudou, de forma literal. As escolas atuais atendem a padrões arquitetônicos avançados, destinados a oferecer conforto e praticidade. Os estudantes dispõem de fardamento, livro didático, transporte, alimentação e até mesmo incentivo financeiro para frequentar a sala de aula, o que, décadas atrás, também seria algo inimaginável ou meramente ficcional. O que permanece na sala de aula — já sem o tradicional “quadro negro”, o quadro de giz, os bancos de madeira e o alunado — é a figura central do mestre ou educador, o profissional da educação, que hoje deve ser rigorosamente citado como professor ou professora.

A divisão escolar também mudou. Novas disciplinas foram introduzidas ou anexadas ao currículo, enquanto outras desapareceram. Tudo isso pode ser atribuído à evolução e talvez tenha pouco a ver com o âmago deste relato, que visa, na verdade, lembrar personalidades da educação que marcaram presença nas salas de aula em Feira de Santana. De antemão, vale observar que seria impossível citar todos nominalmente, não só pelo desconhecimento pessoal e histórico, como também pela limitação de espaço.

Mas, dentre os que se notabilizaram em épocas próximas, embora não rigorosamente iguais — e alguns deles ainda entre nós —, estão: Gastão Guimarães, Joaquim Lopes de Brito, Ieda Barradas Carneiro, Francelina Daltro, Maria Diva Portela, Joselito Falcão de Amorim, Fernando Pinto de Queiroz, Sidronia Jaqueira, Yeda Santana, Josenita Nery Boaventura, Wilson Mascarenhas, Irma Rosa Amorim, Alexandrina de Carvalho, Helena de Sena Assis, Arminda Guimarães, Dival Silva Pitombo, Eneida Pitiá, Tereza Behres, Manoel Planzo, Valdemira Alves Brito, Laura Folly, José Raimundo Azevedo, Edna Laureana Oliveira, Oscar Damião Almeida, Raimundo Aguiar, Jorge Cazumba, José Jerônimo Morais, José Maria Nunes Marques e Elza Santos Silva.

Talvez seja necessário repetir que essa relação não premia ou inclui todos os profissionais da educação — mestres e mestras — que contribuíram de forma decisiva para a elevação da educação em Feira de Santana. Trata-se mais de um rápido relicário sobre o assunto e, na verdade, de uma tentativa de homenageá-los, ressaltando que muitos desses foram precursores no labor do ensino e que hoje outros prosseguem na inabalável missão de educar e, por certo, no momento oportuno, terão o merecido reconhecimento.

Por Zadir Marques Porto

Foto: Divulgação – Arquivo ZMP

Fonte: Prefeitura de Feira de Santana

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