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Grupo que encena “Paixão e Morte de Cristo” sugere construção de espaço para o espetáculo

Responsável por diversos espetáculos, dos quais o mais famoso é a encenação da “Paixão e Morte de Cristo”, o Grupo Teatral Renascer está sugerindo que o Governo Municipal construa uma área turística ampla e adequada para apresentações artísticas e culturais, voltadas à grande quantidade de público. A observação foi feita por Clonilda Santos Miranda, mais conhecida como professora Isa, durante pronunciamento na Tribuna Livre da Câmara na manhã desta quinta (19). Ela aproveitou para convidar os vereadores e toda a sociedade feirense para a apresentação anual, que o ocorrerá nos próximos dias 27, 28 e 29 de março, no Estádio Joia da Princesa, em Feira de Santana.

De acordo com a representante do grupo, o trabalho realizado pelos integrantes do Renascer, ao longo de quase quatro décadas, proporcionou ao Município um grandioso espetáculo, movimentando e integrando a fé e a cultura local. O evento é gratuito e arrecadará itens alimentícios para posterior doação de cestas básicas a comunidades locais. “O nosso povo não precisa mais viajar para fora da cidade em busca de comemorações voltadas à Semana Santa. Mas gostaríamos de pedir a atenção especial desta Casa, no sentido de providenciar a realização de um estudo, visando a construção de uma área específica que sirva para a apresentação deste trabalho e de outros”, solicitou.

Professora Isa explicou que o grupo deseja ter um espaço onde possa montar um verdadeiro cenário da “Paixão e Morte de Cristo”, na Princesa do Sertão. Esta encenação, por exemplo, envolve mais de 300 voluntários, entre adultos, crianças, pessoas com deficiência e idosos. A produção abrange estudo bíblico e alcança projetos escolares em parceria com o poder público. Através da arte, assegurou a artista, o Grupo Renascer reforça seu papel de construção de uma sociedade mais justa e alinhada com princípios e valores cristãos. “Todos os nossos propósitos são elementos transformadores, que unem instituições públicas e a iniciativa privada”, disse.

Também em pronunciamento na Tribuna Livre, Maria Betânia Andrade, outra representante do grupo, ressaltou que a ausência de um lugar para guardar materiais e fazer o acolhimento das pessoas que trabalham na encenação, estão entre as dificuldades enfrentadas pela produção teatral. “Feira precisa estar no nível de uma cidade turística. Já imaginaram milhares de pessoas chegando aqui para assistir nosso espetáculo?”, questionou, reforçando que a peça da “Paixão e Morte de Cristo” contribui com a arte, a fé e a valorização do Município.

Fonte: Câmara de Feira de Santana

#FEIRA DE SANTANA

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