
A Prefeitura de Juazeiro, por meio da Secretaria de Articulação Social e Assuntos Religiosos (SAS) / Casa dos Conselhos (CDC) e do Conselho Municipal de Defesa dos Direitos da Mulher (CMDDM) realizou nesta terça-feira (17) a eleição das instituições da sociedade civil que irão compor o biênio 2025/2027.
O processo definiu as novas representantes da sociedade civil e do segmento acadêmico no colegiado, fortalecendo a participação popular na formulação, no acompanhamento e na defesa de políticas públicas voltadas às mulheres no município. Ao todo, 17 instituições se inscreveram para participar da eleição. Destas, 14 atenderam aos requisitos previstos em edital e foram habilitadas para o processo.
As instituições eleitas foram definidas de acordo com os segmentos de representação da sociedade civil e segmento acadêmico no conselho. No segmento de organizações de defesa das mulheres, foram eleitas a Fundação Projeto Sopão, a União Brasileira de Mulheres (UBM) e o Instituto das Irmãs Oblatas do Santíssimo Redentor/Pastoral da Mulher.
No segmento de trabalhadoras rurais, foi eleito o Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Juazeiro (STTAR). No segmento de trabalhadores urbanos, a eleita foi a Associação Gideão. Já no segmento de sindicatos e associações de classe, a instituição escolhida foi a Associação dos Profissionais Agentes Comunitários de Saúde e Combate às Endemias de Juazeiro (APACSCE).
No segmento de movimentos de mulheres negras e povos e comunidades tradicionais, a representante eleita foi a União de Negros e Negras pela Igualdade (UNEGRO).
Atualmente, o Conselho Municipal de Defesa dos Direitos da Mulher é composto por 14 representantes da sociedade civil e quatro do Governo Municipal. A nova eleição define a representação da sociedade civil para o novo mandato e fortalece o papel do conselho como espaço de articulação entre poder público e sociedade civil.
Por meio dos conselhos municipais, diferentes segmentos da sociedade contribuem para o debate, a formulação e o acompanhamento das políticas públicas. No caso do CMDDM, essa atuação é fundamental para ampliar a defesa dos direitos das mulheres, fortalecer a participação social e contribuir para a construção de ações voltadas à equidade, à proteção e à promoção da cidadania feminina.
A posse da nova composição do Conselho Municipal de Defesa dos Direitos da Mulher será anunciada em breve.




