Dia Mundial da Terra: MGB oferece imersão da evolução do planeta

Como forma de celebrar o Dia Mundial da Terra, na próxima quarta-feira (22), o Museu Geológico da Bahia (MGB), administrado pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE), reforça ao público a oportunidade de vivenciar uma imersão na história geológica do planeta por meio de suas exposições permanentes.

Logo na entrada, os visitantes se deparam com uma imagem da Terra vista do espaço, cedida pela Agência Espacial Americana (NASA), que introduz a dimensão dessa trajetória. Na sala de fósseis, o museu apresenta uma escala do tempo geológico que contribui para o estudo e a compreensão da evolução da Terra ao longo de seus cerca de 4,54 bilhões de anos.

A exposição de fósseis é organizada com base na origem da vida no planeta e reúne exemplares da megafauna pré-histórica encontrados na Bahia, como os mastodontes. Nesse contexto, o MGB, localizado no Corredor da Vitória em Salvador, narra a evolução da Terra por meio de um rico acervo com mais de 20 mil peças, entre rochas, minerais, meteoritos, fósseis de animais e vegetais. Oferece uma experiência interativa e envolvente em suas 15 exposições, incluindo a sala Universo/Sistema Solar, onde os visitantes podem visualizar e ouvir a simulação do Big Bang.

No Dia Mundial da Terra, o Museu reforça seu posicionamento como um espaço de aprendizado, reflexão e compromisso com as próximas gerações. Elizandra Pinheiro, coordenadora técnica e museóloga do MGB, explica que conhecer a geodiversidade é fundamental para construir um futuro sustentável e em harmonia com a natureza. “Essa data reforça a importância de promover debates sobre questões ambientais e conscientizar a sociedade sobre a preservação dos recursos minerais que tornam o planeta habitável.”, diz.

A museóloga complementa dizendo: “o Museu Geológico da Bahia busca aproximar a sociedade do conhecimento sobre o planeta Terra, incentivando a valorização da geociência e da conservação ambiental. Em celebração à data queremos promover diálogo, educação e conscientização por meio das exposições e, sobretudo, convidar a refletir sobre o nosso papel na preservação dos patrimônios geológicos”, destaca Elizandra Pinheiro.

#BAHIA

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