
A Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), iniciou, nesta terça-feira (28), o I Workshop sobre Boas Práticas em Tomada de Contas Especial. O evento, que acontece ao longo de dois dias, tem como objetivo capacitar os servidores da instituição para a prestação de contas aos órgãos de controle, em conformidade com as atualizações nas leis, resoluções e normativos do Tribunal de Contas do Estado (TCE).
“Executamos um orçamento do Tesouro bastante significativo, que envolve convênios com diversos entes federativos. Por trás disso, há a necessidade de uma governança eficiente, tanto no alcance das políticas públicas quanto nas respostas aos órgãos de controle. Essa ação é fundamental para executarmos os projetos com mais segurança, aprimorarmos nossos processos administrativos e, sobretudo, beneficiarmos a sociedade”, destacou o diretor-geral da CAR, Alexandre Simões.
De acordo com o coordenador de Controle e Tomada de Contas Especial da CAR, João Rios Jr., a iniciativa integra um conjunto de capacitações realizadas periodicamente com os servidores. “Trata-se de um tema dinâmico, com constantes atualizações e novas determinações. Por isso, é essencial requalificar a equipe, garantindo maior precisão nos procedimentos e aderência às resoluções do Tribunal e à legislação vigente”, explicou.
O procurador Ubenilson Colombiano, da Procuradoria-Geral do Estado (PGE), que atua junto ao TCE, ressaltou a contribuição do curso para o aperfeiçoamento dos trâmites administrativos. “O workshop, além de abordar os principais aspectos da tomada e prestação de contas, também aponta boas práticas que podem ser incorporadas para fortalecer o controle dos convênios celebrados, assegurando que o objetivo final, o benefício social, seja alcançado”, afirmou.
Entre os participantes, a coordenadora de Reordenamento Agrário da CAR, Lilian Fernandes, destacou a relevância da iniciativa. “É uma atividade recorrente na instituição, já que lidamos diariamente com convênios, termos de colaboração e de fomento. Mais do que conhecer a legislação, é importante compreender as expectativas do Tribunal em relação aos projetos. Essa atualização contribui para dar mais dinamismo e qualificar a execução das ações”, concluiu.




