SMS fortalece prevenção e combate à toxoplasmose gestacional e congênita

Foto e texto: Ascom SMS

Como parte das estratégias da Secretaria Municipal da Saúde (SMS) para fortalecer o cuidado materno-infantil e enfrentar agravos de relevância epidemiológica, foi realizado nesta quarta-feira (6), na Escola de Saúde Pública de Salvador (ESPS), o Curso de Atualização sobre os Aspectos Clínicos e Epidemiológicos da Toxoplasmose Adquirida na Gestação e Congênita.

A capacitação integra as ações dos novos Grupos de Trabalho (GTs) instituídos no âmbito do Planejamento Estratégico 2025-2028, com foco na redução da mortalidade materna e infantil e na qualificação da assistência à população. Voltado para profissionais que atuam nos Distritos Sanitários e nas unidades da Atenção Primária à Saúde (APS), o curso reforçou o papel estratégico da rede básica como porta de entrada do SUS e eixo fundamental para a detecção precoce, prevenção e manejo adequado da toxoplasmose gestacional e congênita.

Durante a programação, foram abordados temas essenciais como vigilância epidemiológica, diagnóstico clínico, interpretação de exames laboratoriais, protocolos terapêuticos, acompanhamento de recém-nascidos expostos e processos corretos de notificação, conforme o Código Internacional de Doenças (CID). O encontro também avançou na construção de um Guia Municipal que irá padronizar fluxos, condutas e procedimentos em toda a rede de saúde.

“A qualificação permanente das equipes é essencial para fortalecer a vigilância, garantir diagnóstico oportuno, prevenir complicações e proteger a saúde materno-infantil, especialmente diante de agravos como a toxoplasmose gestacional e congênita”, destacou Ludmilla Almeida, técnica do Campo Temático dos Agravos Negligenciados, da Subcoordenadoria da Estratégia de Saúde da Família, na Diretoria da Atenção Primária à Saúde.

Causada pelo protozoário Toxoplasma gondii, a toxoplasmose pode ser transmitida principalmente por água contaminada, alimentos crus ou mal higienizados, carnes malcozidas e contato com fezes contaminadas de felinos. Quando adquirida durante a gestação, a infecção pode provocar transmissão vertical e causar sequelas graves ao bebê, como coriorretinite, calcificações cerebrais e comprometimento do desenvolvimento neuropsicomotor.

Fonte: Prefeitura de Salvador

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