Agnacélio Benvindo da Costa foi condenado a 31 anos e oito meses de prisão pela morte de Manoel Marques de Silva e tentativa de homicídio de Gilvan Deodato da Silva, por motivo fútil e sem possibilitar a defesa das vítimas. Os crimes foram cometidos há 14 anos, no dia 15 de janeiro de 2012, em um bar no município de Lapão, localizado na Praça Central da cidade. A condenação aconteceu na última terça-feira, dia 5, no Tribunal do Júri, que acatou a acusação do Ministério Público da Bahia (MPBA), sustentada pelo promotor de Justiça Marcos Fabrício Andrade.
Segundo a denúncia oferecida pelo MPBA, por meio do promotor de Justiça Gilber de Oliveira, Agnacélio efetuou diversos disparos de armas de fogo, motivados por discussão com Manoel ocorrida no estabelecimento momentos antes do crime. As investigações mostraram que o condenado surpreendeu as vítimas, chegando e saindo do local do crime, de forma “muito rápida, em uma motocicleta. Atingido em órgãos vitais, Gilvan recebeu pronto atendimento médico e sobreviveu. Já Manoel não resistiu aos ferimentos e faleceu logo após chegar ao hospital. A sentença foi proferida pelo juiz Diego Ribeiro.





