
As plantas, entre elas o capim braquiária, explica o diretor do DAV, o agrônomo João Falcão, se espalham e prejudicam o desenvolvimento da grama, por impedir que se exponham diretamente ao sol, condição fundamental para a fotossíntese.
“O serviço está sendo feito manualmente, com o uso de enxadas, para preservar a grama, atingido apenas as raízes destas espécies prejudiciais à grama”, disse o diretor. “A retirada favorece o crescimento e a expansão do vegetal usado no paisagismo”.
A capinação deve ser periódica porque as plantas que são retiradas têm desenvolvimentos rápidos e realizadas com atenção por parte dos trabalhadores, para que as raízes do gramado sejam preservadas e, com o manejo correto, cresçam saudáveis.
João Falcão disse que em algumas áreas o DAV, que faz parte da estrutura da Secretaria de Serviços Públicos, está usando máquinas no serviço de capinação. Mas a retirada manual é mais adequada por preservar o gramado e favorecer a sua recuperação.






