Educação e Saúde elaboram estratégias de prevenção a doenças virais nas escolas municipais

A Secretaria Municipal de Educação se reuniu com a Secretaria Municipal de Saúde, por meio da Coordenação de Vigilância Epidemiológica, para alinhar os protocolos de segurança em saúde nas escolas da Rede Municipal de Ensino de Vitória da Conquista. A reunião buscou traçar estratégias que visam prevenir síndromes gripais e outras doenças que normalmente acometem as crianças neste período do ano, principalmente, relacionadas ao outono.

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Reunião de representantes da Secretaria de Educação e da Coordenação de Vigilância Epidemiológica

A coordenadora de Vigilância Epidemiológica, Amanda Maria Lima, destacou que a reunião foi fundamental para ter uma clara comunicação acerca das doenças que normalmente podem acometer alunos e gestores e como a comunidade escolar deve proceder nestes casos. “Hoje a gente teve a oportunidade de conhecer todas as superintendentes que atuam em nosso município, e conseguimos elaborar um fluxo de comunicação para que a informação chegue de forma oportuna e clara dentro da escola sobre a prevenção das doenças. É de suma importância a integração entre saúde e educação para evitar e controlar as situações de saúde no ambiente escolar”, disse.

Rosana Moreira, enfermeira da Vigilância Epidemiológica, explicou sobre a organização dessa parceria: “Essas ações nas escolas vão funcionar de acordo com a necessidade e com a demanda de cada unidade escolar. A nossa coordenação vai ser comunicada e, após isso, nossas equipes vão se fazer presentes para contribuir no que for necessário para alunos e professores, adotando as medidas cabíveis”.

Atualmente, a Secretaria Municipal de Educação conta com 4.500 servidores, 149 escolas e mais 45 mil alunos, que também precisam ser assistidos no âmbito da saúde. Para a instrutora da Brigada Nível I e II, Gardênia Messias, é essencial a transversalidade do serviço: “Quando acontece alguma situação no ambiente escolar, nós precisamos estar um passo à frente. Por exemplo, se houver um aluno com uma síndrome gripal ou algum sintoma dentro da sala de aula, a gente deve encaminhar este aluno a uma unidade de saúde e teremos o controle sobre todo processo”, finalizou.

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