A embaixada norte-americana em Riad, capital da Arábia Saudita, foi atingida por dois drones, que causaram apenas pequenos danos e um incêndio limitado, sem feridos ou vítimas, informou o Ministério da defesa do país árabe.
A defesa saudita informou também que foram interceptados outros drones com destino ao quarteirão onde se situam as embaixadas de vários países.
As autoridades norte-americanas pedem aos seus cidadãos que estão nesse país para se manterem em casa. Para outros países da região, a recomendação é de saída imediata por meio de alternativas comerciais.
Diante da retaliação iraniana, o Departamento de Estado norte-americano divulgou recomendações para que o pessoal diplomático não essencial e suas famílias abandonem vários países, entre eles o Iraque, a Jordânia e o Bahrein. Também pediu a saída de todos os cidadãos norte-americanos de um total de 14 países, incluindo Egito, Irã, Israel e territórios palestinos como Kuwait, Omã, Catar, Arábia Saudita, Síria, Emirados Árabes Unidos e Iémen.
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, sinalizou que a guerra contra o Irã “pode levar algum tempo”, mas não anos.
A Embaixada dos Estados Unidos em Israel anunciou hoje que não pode ajudar os seus cidadãos no país a saírem do território devido ao ataque dos EUA e de Israel ao Irão e as suas repercussões no Médio Oriente.
“A embaixada dos Estados Unidos (EUA) não está em condições, neste momento, de retirar ou auxiliar diretamente os americanos a abandonar Israel”, afirmou em comunicado à imprensa, ao mesmo tempo em que pediu aos seus cidadãos que façam os próprios planos de segurança” para abandonar o país, caso considerem necessário.
Acrescentou que as autoridades israelenses abriram uma rota de ônibus para a passagem fronteiriça de Taba e explicou que aqueles que desejem utilizar a rota devem se inscrever, utilizando um documento de evacuação emitido pelo Ministério do Turismo de Israel.
“A embaixada dos EUA não pode fazer qualquer recomendação, a favor ou contra, em relação a esse serviço de ônibus. Se optar por utilizar a rota para sair do país, o governo norte-americano não pode garantir a sua segurança”, observou, destacando que “os passageiros que desejam atravessar para a Jordânia podem pegar o ônibus para Eilat e continuar por conta própria de táxi até à fronteira de Isaac Rabin”, conhecida na Jordânia como Wadi Araba.
Fonte: Agência Brasil



