Estratégia regional da Secom faz de 2025 um ano de prestação de contas permanente em toda a Bahia

A Secretaria de Comunicação Social do Estado da Bahia transformou 2025 em um ano de balanço público permanente, aproximando governo e população por meio de uma estratégia que colocou a prestação de contas no centro da comunicação oficial. Em vez de apostar em um tom burocrático, a Secom escolheu uma narrativa humanizada, regionalizada e ancorada em histórias reais, apresentando as grandes entregas do Governo da Bahia como parte do cotidiano de quem vive e trabalha em cada canto do estado.

A forma de contar essas histórias se consolidou na campanha de fechamento “Balanço Regionalizado – Fechamento 2025”, concebida como síntese de um ano inteiro de comunicação territorializada. As peças foram pensadas para falar diretamente com territórios como o Recôncavo, o Sertão, o Baixo Sul, o Sul, a Chapada Diamantina e o Oeste, em linguagem simples e cotidiana, distribuída em TV, rádio, redes sociais, mídia exterior e, especialmente, em grupos de WhatsApp, sempre valorizando sotaques, rostos e paisagens locais.

O cuidado com a comunicação coloca as pessoas no centro e usa os investimentos apenas como pano de fundo para mostrar transformação concreta. Quando o governador Jerônimo Rodrigues e o presidente Lula anunciam, em Maragogipe, a retomada da indústria naval e energética, o que aparece na comunicação não é só o volume de mais de R$ 2,6 bilhões e os cerca de 6,7 mil empregos, mas o impacto na vida de trabalhadores do Recôncavo e de regiões como o Sul e o Baixo Sul, que voltam a enxergar perspectiva de trabalho e renda sem precisar migrar.

O mesmo princípio orienta a forma de falar de segurança pública: o ponto de partida são os relatos de quem sente mudança no bairro, nas feiras, no comércio de rua. A informação de que a Bahia fechou novembro com o menor número de mortes violentas em 13 anos, com queda de 28% em relação a 2024, entra como elemento de contexto, associado à ideia de segurança como política de Estado e de sociedade, sustentada por R$ 1,25 bilhão em investimentos desde o início da gestão, sendo R$ 515 milhões apenas em 2025.

Na mobilidade, a comunicação sobre o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) parte do olhar de quem cruza a cidade todos os dias e de quem vive no Subúrbio Ferroviário. O investimento de R$ 5,4 bilhões, os 40 quilômetros de trilhos e as 42 paradas distribuídas em três trechos – entre Comércio, Ilha de São João, Paripe, Águas Claras e Piatã – aparecem como elementos que ajudam a explicar por que esse novo modal reorganiza a rotina de estudo, trabalho e acesso a serviços, com previsão de testes técnicos no primeiro semestre de 2026 e conclusão em 2028.

A linguagem adotada na saúde reforça o mesmo caminho: primeiro, a experiência de pacientes e profissionais em diferentes regiões; depois, os números que mostram a dimensão das mudanças. O pacote superior a R$ 2,5 bilhões para a rede de média e alta complexidade do SUS baiano e a inauguração do Hospital Estadual Costa dos Coqueiros, com 90 leitos dedicados integralmente ao SUS e R$ 30,4 milhões em obras e equipamentos, são apresentados como exemplos de um redesenho que aproxima a alta complexidade de quem vive no interior, no Oeste, no Norte, no Sul e na Região Metropolitana.

Quando a saúde é apresentada como “um novo tempo”, a comunicação amarra esse conceito ao dado de R$ 34 bilhões investidos em três anos, sendo mais de R$ 11,2 bilhões apenas em 2025, mas sempre devolvendo a informação ao território: hospitais regionais reforçados, ambulâncias em circulação, unidades de pronto atendimento funcionando melhor em diferentes regiões. Do mesmo modo, o maior investimento em educação da história da Bahia – R$ 20,3 bilhões entre 2023 e 2025, sendo R$ 14,2 bilhões na educação básica e R$ 6,1 bilhões no ensino superior – ganha rosto nas escolas reconstruídas, nas unidades em tempo integral e nas universidades interiorizadas onde estudantes e professores contam suas próprias histórias.

Em infraestrutura, a Bahia é mostrada como um estado em movimento, e não como um mapa de obras. As campanhas falam de estradas a partir da vida de motoristas, produtores rurais e comerciantes do Oeste agrícola, do Sul e Baixo Sul turísticos, do Norte e do Sertão, que sentem no dia a dia o resultado de mais de 6.900 quilômetros de rodovias concluídos ou em andamento entre 2023 e 2025, com 4.852 quilômetros já entregues e R$ 4,2 bilhões aplicados.

Ao costurar todas essas histórias com uma estratégia clara de regionalização e forte presença digital, a Secretaria de Comunicação Social do Estado da Bahia afirma a comunicação como política pública. A campanha “Balanço Regionalizado – Fechamento 2025” se torna, assim, vitrine de uma escolha: informar com transparência, proximidade e sotaque local sobre cada entrega em desenvolvimento econômico, segurança, mobilidade, saúde, educação e infraestrutura, reconhecendo a comunicação como parte do direito de cada baiana e baiano de saber o que está sendo feito em seu nome.

#BAHIA

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