
Feira de Santana se despede de um dos nomes mais marcantes da sua história na comunicação. O corpo do radialista Itajay Azevedo Pedra Branca, referência para gerações de comunicadores feirenses e baianos, foi sepultado na manhã desta quinta-feira (8), no Cemitério Jardim Celestial. Ele faleceu nessa quarta-feira (7), aos 80 anos, após enfrentar problemas de saúde e complicações respiratórias. Desde novembro de 2025, ele estava internado no Hospital São Matheus, em Feira de Santana.
Reconhecido pela voz inconfundível, profissionalismo e compromisso com a informação, Itajay Pedra Branca construiu uma trajetória sólida no rádio, tornando-se um verdadeiro ícone da comunicação local e estadual. Seu trabalho ultrapassou os microfones, influenciando a formação de novos profissionais e fortalecendo o papel social da comunicação.
Além da atuação no rádio, Itajay também contribuiu diretamente com o serviço público municipal. Ele foi servidor da Secretaria Municipal de Comunicação, da qual estava aposentado há alguns anos, deixando também um legado de dedicação, ética e amor pela comunicação pública.
O velório foi realizado na Capela do Cemitério Jardim Celestial, com início às 17h30 da quarta-feira (7), reunindo familiares, amigos, colegas de profissão e admiradores. O sepultamento ocorreu na manhã desta quinta-feira (8), após uma missa de corpo presente, celebrada pelo arcebispo emérito Dom Itamar Vian, com a participação do frei José Monteiro Sobrinho.
Para o secretário municipal de Comunicação, Joilton Freitas, a partida de Itajay representa uma grande perda para Feira de Santana e para a comunicação baiana.
“Itajay Pedra Branca deixa um legado imensurável para a comunicação de Feira de Santana e da Bahia. Foi um profissional exemplar, que ajudou a construir uma comunicação comprometida com a verdade, com a ética e com o respeito ao público. Na Secretaria de Comunicação, onde atuou como servidor, deixou sua marca de competência e dedicação, que seguem como referência para todos nós”, destacou.
O prefeito José Ronaldo de Carvalho decretou luto oficial de três dias no Município em reconhecimento à relevante contribuição do comunicador para a história da comunicação no município e na Bahia.



