Guarda Municipal estima distribuir até 15 mil pulseiras de identificação para crianças

Foto: Fernando Peixoto / Secom PMS

Reportagem: Davi Lemos / Secom PMS

Carnaval também é tempo de criança nos circuitos, e os cuidados com os pequenos foliões devem ir além de mantê-los hidratados, bem alimentados e com proteção contra exposição ao sol. É fundamental identificar as crianças para que, em momentos em que elas se percam na multidão, sejam rapidamente identificadas e reconduzidas ao contato com os responsáveis.

Neste ano, a Guarda Civil Municipal (GCM) deve distribuir 15 mil pulseiras nos circuitos do Carnaval com o fim de identificar as crianças com os nomes delas e também o contato dos responsáveis. Neste sábado (14), dia tradicionalmente marcado pela presença de crianças em blocos e pipocas infantis, foi estimada a entrega de pelo menos 1.500 pulseiras. As chuvas que atingiram a região dos circuitos pela manhã reduziram a estimativa inicial de crianças identificadas.

“A Guarda Municipal faz um trabalho de identificação das crianças desde 2017. É um trabalho de suma importância porque quando uma criança se perde de seu responsável, fica muito mais fácil da gente encontrar porque está lá o nome dele e também o contato telefônico”, disse o coordenador de Ações de Prevenção à Violência da GCM, James Azevedo.

Azevedo destacou que as crianças também recebem orientação dos guardas civis quando recebem as pulseiras. “Na hora que vai colocar a pulseira, também orientamos a criança a procurar um profissional da segurança pública. Pode ser um guarda municipal, um policial militar, um policial civil, qualquer pessoa que esteja fardada para que ela possa ser melhor conduzida. Esse trabalho é de extrema importância para que as crianças não fiquem perdidas”, ressaltou James Azevedo.

A comerciária Rosilda Nunes foi ao circuito Osmar e levou a filha Yasmin, de sete anos, para brincar o Carnaval e acompanhar a Pipoca Doce, promovida por Carla Perez. Ela salientou que essa deve ser uma providência que deve ser tomada também pelos pais antes de chegar ao circuito. “Esse trabalho dos guardas é importante. Minha filha sabe onde mora, sabe meu número de celular, mas é sempre bom fazer essa prevenção. Da outra vez que eu vier com ela, já colocarei em casa uma identificação”, disse a comerciária.

A diarista Paula Santos, de 31 anos, e o vendedor Fernando Santos, de 33 anos, levaram o filho Enzo, de 5 anos, para acompanhar a pipoca. O casal elogiou a ação nos circuitos. “É muito importante. A gente acaba pensando que o pior não vai acontecer até porque esse Carnaval das crianças não é tão cheio como outras pipocas. Mas é importante prevenir”, disse Fernando, ao lado do filho Enzo, de 5 anos.

Fonte: Prefeitura de Salvador

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