Inema participa de reunião da ANA em Brasília sobre segurança hídrica no Nordeste

O diretor-geral do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), Eduardo Topázio, participou, nesta quarta-feira (04), da 9ª Reunião do Grupo Técnico de Acompanhamento da Região Nordeste – Segurança Hídrica (GTA Nordeste – Segurança Hídrica), realizada na sede da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), em Brasília (DF). O encontro teve como objetivo atualizar informações sobre ações em curso e previstas de gestão e de provisão de infraestrutura voltadas à mitigação de riscos à segurança hídrica na região.

A reunião contou com a participação de diretores da ANA, representante da Secretaria Nacional de Segurança Hídrica do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), além de gestores estaduais e representantes de órgãos federais responsáveis por infraestrutura hídrica. A programação incluiu a apresentação de cenários climáticos atualizados, desafios dos sistemas hídricos locais coordenados pela ANA e o detalhamento das principais ações em andamento nos estados do Nordeste.

Durante o encontro, especialistas apresentaram análises sobre os cenários climáticos para a região, destacando os impactos potenciais sobre a disponibilidade hídrica e a necessidade de medidas estruturantes e não estruturantes para ampliar a resiliência dos sistemas. Também foram discutidas perspectivas gerais da infraestrutura hídrica nordestina, bem como questões críticas relacionadas à implementação e operação de empreendimentos estratégicos.

Para o diretor-geral do Inema, a participação da Bahia no GTA Nordeste é estratégica diante do cenário de mudanças climáticas e das pressões sobre os mananciais. “A segurança hídrica é um dos principais desafios ambientais do nosso tempo. Participar desse espaço de articulação coordenado pela ANA permite que a Bahia esteja alinhada às melhores informações técnicas disponíveis e contribua de forma ativa para a construção de soluções regionais. A gestão da água exige planejamento, integração e decisões baseadas em dados”, destacou Topázio.

Ele ressaltou que a articulação entre União e estados fortalece a capacidade de antecipar riscos e estruturar respostas coordenadas. “A integração entre os órgãos gestores amplia nossa capacidade de enfrentar períodos de seca ou eventos extremos, garantindo maior previsibilidade e segurança para a população e para os setores produtivos”, afirmou.

A programação contemplou ainda a exposição das ações estaduais em curso e das necessidades prioritárias para assegurar o abastecimento humano, a produção agropecuária e as atividades econômicas dependentes da água. Nesse contexto, a Bahia apresentou informações sobre sua atuação na gestão dos recursos hídricos e nas estratégias voltadas ao fortalecimento da segurança hídrica.

#BAHIA

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