
A Fundação Municipal Egberto Costa de Ciência e Tecnologia, equipamento da Prefeitura de Feira de Santana, ganhou um memorial para preservar a história do seu patrono. O legado e as contribuições do jornalista, poeta, escritor e professor Egberto Tavares Costa para o desenvolvimento da cidade ganham projeção, eternizados por meio de farto material documental em sala do Museu Parque do Saber Dival da Silva Pitombo.
Mesmo tendo nascido em Tanquinho, em 25 de setembro de 1945, foi em Feira de Santana que Egberto Costa deixou suas marcas registradas nas mais diversas formas de expressão, atuando intensamente no jornalismo, uma paixão que contagiou o irmão e também jornalista Marcílio Costa e inspirou gerações.
Fundador, superintendente e editor do Jornal Feira Hoje, referência no jornalismo baiano, Egberto Costa influenciou uma geração de jornalistas talentosos que se destacaram na profissão em nível local, nacional e até em outros países. Antes, porém, trabalhou como jornalista no Diário de Notícias e foi redator do jornal A Tarde.
Em Feira de Santana, também deixou sua marca registrada em revistas regionais, na Ascom da Câmara Municipal e foi o primeiro secretário de Comunicação da Prefeitura, na administração do prefeito José Ronaldo, cargo que exerceu até falecer, em 26 de maio de 2002.
Durante a inauguração do memorial, o irmão e jornalista Marcílio Costa ressaltou a gratidão pelo espaço dedicado a preservar documentos e registros históricos sobre a vida e a carreira de Egberto Costa. “É um ato de reconhecimento e gratidão. Só temos que agradecer ao presidente da fundação, Antônio Carlos Coelho, e ao prefeito José Ronaldo”, afirmou o jornalista, que esteve acompanhado da esposa Eliana Mara e da sobrinha Adriana, filha do jornalista homenageado.
O presidente da Fundação, Antônio Carlos Coelho, destacou as contribuições de Marcílio Costa enquanto jornalista, poeta, escritor e professor, além de suas paixões pelo esporte e pela arte.
Representando o prefeito José Ronaldo, o secretário de Governo, Neto Bahia, enfatizou a importância do memorial para servir de inspiração à juventude pelos feitos do jornalista Egberto Costa.
No memorial está a máquina de datilografia usada pelo jornalista e algumas de suas produções, a exemplo de poemas como Estrada do Tempo e O Pôr do Sol, além de livros e revistas.






