Moradores de ruas que alagam nas Baraúnas elogiam obras anunciadas pela Prefeitura

As intervenções anunciadas pelo prefeito José Ronaldo de Carvalho, no Campo Limpo e nas Baraúnas, farão com que os moradores das localidades que sofrem com inundações deixem de temer a chuva, o céu escuro e os trovões. Como todos os sertanejos, passarão a ver as precipitações como bênçãos, e não como castigo divino.

A rede de captação e direcionamento das águas que correm para as partes mais baixas das Baraúnas, por exemplo, é um antigo desejo dos moradores. A notícia de que a obra será licitada em breve foi comemorada pela comunidade.

A extensa rede de captação e direcionamento das águas para o canal de macrodrenagem foi criteriosamente estudada pela Escola Politécnica da UFBA para, definitivamente, ser a solução do problema que há décadas aflige os moradores.

Grande parte das casas localizadas nas partes mais baixas das Baraúnas tem em comum batentes altos na porta de entrada. As paredes objetivam impedir a entrada de água durante chuvas mais intensas. Entretanto, nem sempre conseguiam segurar as enchentes temporárias, que resultavam em móveis estragados e outros prejuízos.

“Mas confio que esta obra anunciada pelo prefeito José Ronaldo vai mudar esta realidade nossa, que é dura”, comemorou a dona de casa Rose Pessoa, que reside na Rua Costa e Silva e não sabe quantas vezes a sua residência foi invadida pelas águas. “A agonia é grande e a tristeza, depois, é maior. Tudo vai melhorar”.

O problema é vivido com maior intensidade pelos moradores da Rua Petronilo Pinto, onde o nível das águas sobe a mais de um metro quando chove forte. “Vai ser um alívio para todo mundo”, disse José Pedro de Lima, que mora na rua citada e já viveu o drama da inundação da sua casa várias vezes.

A família de Arlene dos Santos, que mora na Rua Costa e Silva, foi além do batente. A intervenção foi para altear as paredes e, consequentemente, elevar o nível do piso em relação à rua. “Foi o jeito que a gente encontrou para preservar móveis e eletrodomésticos da invasão das águas”. Mostrou pés de madeira que guarda para serem usados em caso de necessidade.

Fonte: Prefeitura de Feira de Santana

#FEIRA DE SANTANA

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