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Responsáveis por crianças autistas enfrentam sobrecarga e precisam de suporte da rede pública

Com sobrecarga física e emocional, mães de crianças e jovens com Transtorno do Espectro Autista (TEA) precisam de maior acesso ao atendimento e ao tratamento multidisciplinar na rede pública. A avaliação é da vereadora Lu de Ronny, que, na sessão desta terça-feira (17), da Câmara Municipal de Feira de Santana, defendeu a ampliação de políticas públicas voltadas não apenas às crianças, mas também aos responsáveis.

Segundo a vereadora, este foi um dos temas abordados no 4º Congresso Baiano de Vereadores, do qual participou na semana passada. Ela explicou que o assunto chama a atenção porque muitas mães enfrentam a rotina de cuidados de forma solitária, sem o devido apoio do poder público. “Além das demandas relacionadas ao acompanhamento das crianças, essas mulheres lidam com dificuldades emocionais, sociais e financeiras”, disse.

Além disso, a parlamentar alertou para a necessidade de integração entre as áreas de Saúde e Educação, especialmente no ambiente escolar. De acordo com ela, é fundamental garantir a presença de cuidadores capacitados nas escolas e oferecer suporte adequado às famílias, evitando situações em que os responsáveis precisem se ausentar do trabalho para atender demandas emergenciais dos filhos.

Durante o pronunciamento, a vereadora reforçou que o autismo não é uma doença, mas um transtorno que requer acompanhamento contínuo e políticas públicas efetivas. Neste sentido, defendeu que o tema seja tratado como prioridade no Município, com ações que ampliem o acesso ao atendimento especializado e ofereçam suporte às famílias.

Fonte: Câmara de Feira de Santana

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