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Saúde promove capacitação sobre MPox para enfermeiros e técnicos de enfermagem

A Secretaria Municipal de Saúde, por meio da Vigilância de Controle Epidemiológico, promoveu, na tarde desta segunda-feira (23), uma capacitação voltada para o enfrentamento da MPox e os procedimentos de coleta de exames. A atividade foi destinada a enfermeiros e técnicos de enfermagem que atuam nas duas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e nas policlínicas municipais.

O treinamento foi ministrado pelas enfermeiras Rafaela Campos e Vânia Freitas, ambas referências técnicas da Viep, que abordaram protocolos clínicos, fluxos de atendimento, acolhimento aos pacientes e critérios para testagem e exames, reforçando a importância da padronização das condutas em toda a rede. A capacitação contou ainda com a participação do biomédico Antônio Mário, que explicou de forma detalhada a conduta correta para a coleta de exames, esclarecendo dúvidas técnicas dos profissionais.

A atividade teve a presença da chefe da Divisão de Controle Epidemiológico, Verena Leal, que destacou a preocupação contínua da gestão municipal em manter os profissionais atualizados e preparados para responder de forma rápida e segura a possíveis ocorrências.

“Nos reunimos como vigilância atuante e preventiva para alinhar as nossas ações e protocolos frente à MPox. Não vamos esperar a confirmação de casos ou até mesmo casos começarem a chegar no nosso município para começar a agir. Vigilância é isso. Temos que estar atentos a tudo que está acontecendo no nosso país e até mesmo fora e preparar as nossas equipes para que, se tivermos casos, saibamos como conduzir, quais são os fluxos, a forma de acolhimento, os procedimentos clínicos e até mesmo a testagem e os exames, garantindo segurança em saúde para a nossa população”, afirmou.

DOENÇA VIRAL

O secretário municipal de Saúde, Rodrigo Matos, que também é médico, esclarece que a MPox é uma doença viral que, em muitos casos, pode se manifestar inicialmente como uma virose comum, com sintomas como febre, cansaço, dores no corpo e ínguas. Com a evolução do quadro, podem surgir lesões na pele, como bolhas e feridas crostosas e dolorosas.

“A transmissão ocorre de pessoa para pessoa, principalmente pelo contato direto com a pele lesionada, além do compartilhamento de objetos de uso pessoal, como roupas e toalhas. O tratamento é direcionado aos sintomas apresentados”.

O gestor da Saúde informa ainda que a prevenção envolve medidas simples, como a higiene frequente das mãos, não compartilhar objetos pessoais e evitar contato com pessoas que apresentem sinais compatíveis com a doença.

Fonte: Prefeitura de Feira de Santana

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