
Os trabalhadores da empresa Tel Telemática, atuante no ramo de call center, estão reclamando da ausência de faixa de pedestre e ponto de ônibus nas imediações da sede da organização, situada na avenida Rio de Janeiro, bairro Pedra do Descanso. O trecho da via é perigoso e os profissionais têm enfrentado muitos transtornos, tanto para fazer a travessia, quanto para pegar o transporte público. O relato do problema foi feito por Alielson Santos, dirigente do Sindicato dos Trabalhadores em Telecomunicações da Bahia (Sinttel Bahia), durante pronunciamento na Tribuna Livre da Câmara hoje (27).
Ao cobrar apoio do Legislativo em busca de uma solução, o sindicalista reivindicou providências da Prefeitura Municipal.
Para Alielson Santos, o Município não tem dado a devida atenção às necessidades dos trabalhadores feirenses da área de call center. E isto ocorre, segundo ele, apesar de Feira ser o segundo maior polo da Bahia na atividade e possuir cerca de 10 mil profissionais atuando “Vergonhosamente, esta não é a primeira vez que o Sinttel solicita ajuda para estes trabalhadores”, disse, ao convidar os vereadores para verificarem a situação, no horário entre 11h e 13h”.
O dirigente sindical afirmou que no local não tem faixa e nem redutor de velocidade. Os operadores de call center da Tel Telemática aguardam o ônibus embaixo do sol quente ou da chuva. E muitas vezes saem correndo no meio da pista para pegar o transporte. Alielson Santos pontuou que a categoria reivindica urgentemente a instalação da faixa de pedestre, ponto de ônibus com cobertura e melhorias na iluminação e mobilidade urbana na área. “A empresa tem mais de três mil funcionários. Eles precisam desta atenção”, cobrou.
Também integrante da direção do Sinttel, Gildomar Santana falou na Tribuna Livre sobre receio com a integridade física de profissionais que trabalham à noite na empresa Atento. Esta outra organização está instalada nas proximidades da Praça da Matriz e atua no mesmo ramo de serviço. “Seus trabalhadores sentem-se inseguros ao saírem por volta da 22h ou 23h do trabalho. Então, pedimos que as autoridades se atentem para a questão da integridade deles. E nisto, o apoio desta Casa é muito importante”, reforçou.
Fonte: Câmara de Feira de Santana




