

Foto: © Marco Terranova/Prefeitura do Rio
Oficialmente reconhecida pelo Guinness World Records como o maior réveillon do mundo, a festa da virada do ano em Copacabana reuniu 2,6 milhões de pessoas. O número superou o da passagem para 2025, quando o evento reuniu 2,5 milhões de moradores do Rio e turistas. Os cálculos são da prefeitura do Rio. O ponto alto da festa foi a queima de fogos histórica, que utilizou 19 balsas distribuídas ao longo da orla, quase o dobro do número usado no ano anterior e que iluminou o céu da cidade por 12 minutos. Segundo a prefeitura, é a maior já realizada no Rio.
O público se espalhou pela praia, onde havias três palcos. O Rio, considerado o principal, foi montado em frente ao Copacabana Palace. Se somados os outros locais de comemorações organizados pelo município, o total chega a 5,1 milhões de pessoas que se divertiram com a chegada de 2026. Ao todo, 13 palcos foram espalhados na capital.
“A virada de 2026 reuniu mais de 5,1 milhões de pessoas, entre cariocas e turistas, em 13 palcos espalhados pela cidade, consolidando mais uma vez a capital fluminense como o principal destino da virada no planeta”, destaca a prefeitura em nota.
Em Copacabana, o público se encantou depois da virada com o espetáculo que usou 1,2 mil drones, considerado a maior apresentação desses equipamentos realizada em eventos de grande porte na América Latina.
Tudo ocorreu ao som do DJ Alok, enquanto no céu os drones formavam imagens em homenagem à cidade, como o Cristo Redentor e Pão de Açúcar, sincronizadas com a queima de fogos de artifício. Uma imagem que surpreendeu foi a projeção de um rosto humano que interagia com o público por meio de mensagens exibidas no ar.
Os shows nos palcos animaram bastante o público de Copacabana. Gilberto Gil contou com a participação de Ney Matogrosso, o cantor Belo recebeu Alcione e os dois cantaram grandes sucessos de suas trajetórias. A apresentação de João Gomes teve a presença da cantora Iza. Bem emocionado, o cantor agradeceu a recepção do público no Rio, lembrando que a sua origem é Pernambuco, segundo ele, bem longe dali.
No Palco Samba os destaques foram Roberta Sá, Mart’nália, Diogo Nogueira e Feijão e o Bloco da Preta. Como não podia faltar, as escolas de samba encerraram os shows nos palcos Rio e Samba com apresentações da Beija-Flor de Nilópolis e da Grande Rio, mantendo a animação de quem se recusava a deixar o local.
A noite teve ainda espaço dedicado à música gospel. No Palco Leme, se apresentaram os cantores Midian Lima, Samuel Messias e Thalles Roberto, com encerramento do Grupo Marcados.
Fora de Copacabana, nos outros dez palcos, o público se divertiu na Praia do Flamengo, na zona sul; no Parque Madureira, no Piscinão de Ramos, na Praia da Bica e na Penha, na zona norte; no Parque Realengo, no Parque Oeste, em Sepetiba, em Pedra de Guaratiba, na zona oeste e Praia da Moreninha, em Paquetá.
De acordo com a prefeitura do Rio, cerca de 7,5 mil agentes, de 11 órgãos municipais, atuaram nas ações de transporte, fiscalização do trânsito, ordenamento urbano, limpeza, acolhimento, prevenção da violência contra a mulher, assistência social e atendimento de emergência. “O monitoramento do público contou com 700 câmeras, sendo 307 apenas em Copacabana, incluindo 14 novos equipamentos com superzoom, reforçando as ações de segurança ao longo da noite”, informou a administração municipal.
Fonte: Agência Brasil




