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Presidente da Fundação Hospitalar pede apoio para ampliar serviços e atendimento

O Hospital Inácia Pinto dos Santos, mais conhecido como Hospital da Mulher, e as demais unidades de saúde administradas pela Fundação Hospitalar de Feira de Santana (FHFS), registraram significativo crescimento no número de atendimentos e nas melhorias estruturais realizadas nos últimos anos. Tais conquistas tiveram importante influência dos recursos de emendas impositivas destinadas à instituição pelos vereadores. A afirmação é da presidente da FHFS, Gilberte Lucas, que ao usar a Tribuna da Livre da Câmara nesta quinta (13), solicitou o apoio dos parlamentares para continuar a ampliação dos serviços prestados aos feirenses.

“A FHFS cresceu muito ao longo dos anos. E vimos um salto significativo nos atendimentos realizados”, disse a dirigente, relatando diversas ações, obras de reformas realizadas e projetos a serem desenvolvidos. Só na parte de emergência, o Hospital da Mulher saiu de 18.385 gestantes atendidas em 2013, para 49.477 até outubro deste ano, informou Gilberte Lucas, explicando que a fundação é responsável pela gestão de todo um complexo materno infantil e um ambulatório pediátrico que possui mais de 15 especialidades. “Nisto tudo, é de suma importância o apoio dos senhores com emendas para que possamos crescer mais na saúde, executando novos projetos de reformas e ampliações”, afirmou.

Neste momento, por exemplo, está sendo executada a reforma de toda a parte interna da emergência e se pretende incluir um pronto atendimento obstétrico. “Isto gera custos e exigirá a implementação de muitos equipamentos”, observou a presidente, acrescentando mais dados produzidos pelas unidades geridas. O laboratório, que atende toda a rede própria do município, contabilizou mais de 500 mil exames realizados em 2025. Inaugurado em 2024, o Ambulatório da Saúde da Mulher é referência não só em planejamento familiar, mas também em pré-natal de alto risco, urogineco e climatério.

Na mesma linha de avanço, Gilberte Lucas destacou o trabalho dos CMDIs da Baraúnas e da Maria Quitéria, que até outubro registraram respectivamente, 70 mil e 40 mil pacientes atendidos. Já a Casa de Parto do Feira VII, referência no parto humanizado, realizou cerca de 160 partos desde sua inauguração. “E temos como crescer esta unidade”, assegurou ela, listando uma série de itens planejados pela FHFS para serrem executados nos próximos anos. Dentre os tópicos, a presidente destacou a ampliação dos leitos da Casa de Parto de três para cinco, a fim de receber recursos do SUS para sua manutenção, pois atualmente o município arca com 100% dos custos.

Espaço com auditório para capacitação e treinamento de enfermeiras obstetras e realização de cursos para gestantes e orientação de familiares sobre parto foi outro ponto destacado por Gilberte Lucas, bem como a aquisição de equipamentos para neonatologia [especialidade que se dedica ao cuidado de recém-nascidos], e a ampliação da quantidade de cirurgias de redução de mama. “É um programa importantíssimo. Mas, hoje só conseguimos fazer quatro cirurgias ao mês. Queremos ter a oportunidade de chegar a 10 ou 12, incluindo mais mulheres que necessitam do procedimento”, explicou, acrescentando ainda a reforma da Enfermaria D. “Há espaço para implementar mais 20 leitos. E dentre eles, dois exclusivos para gestantes vítimas de violência”, pontuou.

A lista inclui, ainda, a aquisição de autoclave automática para o CME (custo aproximado de R$ 500 mil) e ampliação do serviço de diagnóstico por imagem. Neste último, a ideia é atender de segunda a sexta-feira, focando principalmente no acompanhamento de gestante de pré-natal de alto risco. Equipamentos para realização de esteroscopia cirúrgica no Hospital da Mulher, evitando que pacientes precisem se deslocar para Salvador, é mais uma entre as ações previstas. “Sem esquecer do custeio das campanhas Outubro Rosa e Novembro Azul. No Outubro Rosa deste ano foram mais de 50 mil mulheres atendidas”.

Fonte: Câmara de Feira de Santana

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