
O Centro Cultural Glauber Rocha, onde está situada a Prefeitura da Zona Oeste (PZO), consolidou-se em 2025 como um dos principais equipamentos públicos de Vitória da Conquista voltados à descentralização administrativa, promoção da cidadania e fortalecimento das políticas públicas na Zona Oeste. Ao longo do ano, foram registrados 145.718 atendimentos administrativos formais, abrangendo serviços essenciais, ações sociais, atividades educacionais, culturais e de desenvolvimento econômico.
Além dos atendimentos contabilizados, a movimentação diária de usuários, estudantes, trabalhadores e participantes de eventos fez com que aproximadamente 200 mil pessoas circulassem pelo espaço e seu entorno durante o ano, reforçando a importância do equipamento para a população local.
O Centro Cultural Glauber Rocha abriga o Centro Administrativo Municipal da Zona Oeste, funcionando como sede da PZO e reunindo órgãos da administração direta, indireta e instituições parceiras. Essa estrutura garante atendimento descentralizado, escuta qualificada e maior proximidade entre o poder público e os moradores da região.
Somente a Prefeitura da Zona Oeste realizou 3.680 atendimentos, envolvendo orientações à população, condução de pessoas e gerenciamento de eventos. A atuação integrada inclui o Gabinete Civil, Assessoria Especial, Secretaria Municipal de Governo e demais secretarias municipais.
Entre os serviços públicos essenciais, destacaram-se os atendimentos da Embasa, que somaram 28.618 registros, relacionados a abastecimento de água e saneamento. A Farmácia Municipal realizou 7.128 atendimentos, assegurando o acesso da população a medicamentos, enquanto os serviços de IPTU contabilizaram 7.723 atendimentos. O Correspondente Bancário registrou 198 atendimentos.
Na área de mobilidade urbana, a Atuv contabilizou 23.546 atendimentos, principalmente para cadastramento e atualização de benefícios do transporte público. Já a Coordenação de Transporte realizou 14.239 atendimentos, voltados à orientação dos usuários e atualização cadastral de veículos.
O eixo de desenvolvimento econômico e inclusão produtiva também apresentou números expressivos. A Sala do Empreendedor realizou 8.178 atendimentos, com orientações e capacitações para microempreendedores. A Coordenação de Economia Solidária somou 6.350 atendimentos, por meio de cursos, feiras de artesanato e ações de qualificação profissional. A CDL e a Acevic registraram, respectivamente, 2.312 e 1.038 atendimentos.
- ATUV
- Sala do Empreendedor
- Embasa
- CadÚnico
- Posto de Atendimento Transporte
Na área social, o Cadastro Único (CadÚnico) contabilizou 19.215 atendimentos, garantindo acesso a programas sociais, como o Bolsa Família. O CASBS realizou 522 atendimentos, com ações voltadas ao cuidado e bem-estar da mulher.
O Centro Cultural também se destacou como espaço de educação, ciência e tecnologia. O Planetário Professor Everardo Públio de Castro registrou 5.413 atendimentos, por meio de eventos, palestras, cursos e visitas pedagógicas. Estima-se que mais de 2 mil crianças e adolescentes participaram das atividades educativas ao longo do ano. As Nucleadas da Smed contabilizaram 16.945 atendimentos, voltados principalmente a profissionais da educação, incluindo ações direcionadas à zona rural.
Na área de segurança pública, a Guarda Municipal realizou 175 atendimentos, atuando em rondas, apoio operacional e garantia da ordem durante eventos e atividades no Centro Cultural e no Bairro Brasil.
- Planetário
- Eventos Conquista Florescendo
- Guarda Municipal
Além da prestação de serviços administrativos, o espaço consolidou-se como polo cultural e comunitário, sediando feiras de artesanato, feiras de flores, ações de saúde, atividades da economia solidária e eventos culturais. Entre os destaques estão a Marcha para Jesus, que reúne cerca de 20 mil pessoas, e o Kiribanda Prime, que também atrai público superior a 20 mil participantes, fortalecendo o calendário cultural, religioso e econômico da Zona Oeste.
Para o assessor especial da Casa Civil, Lucas Batista, os dados reafirmam o papel estratégico do equipamento. “O Centro Cultural Glauber Rocha representa um modelo eficaz de descentralização administrativa, inclusão social e fortalecimento da cidadania, aproximando os serviços públicos da população e contribuindo para o desenvolvimento sustentável da Zona Oeste”, destaca.















