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Assessoria de Comunicação (Victória Cristina)
A Prefeitura de Juazeiro, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Social, Diversidade, Igualdade Racial e Combate à Fome (Sedes), participou, nesta quinta-feira (7), em Brasília, da Oficina de Construção do Protocolo de Ação Integrada do Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sisan) em situações de desastre, emergência e calamidade pública.
A atividade foi promovida pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) e reuniu representantes de municípios e estados para contribuir com a elaboração de um protocolo nacional voltado à prevenção, preparação e resposta a eventos extremos, com foco na garantia da segurança alimentar e nutricional da população.
Juazeiro foi representado pela superintendente do Sistema Único de Assistência Social (SUAS), Maria Quitéria Lima e pela diretora de Combate à Fome, Márcia Vanusia Silva. A agenda também contou com a participação do coordenador do programa Bahia Sem Fome, Tiago Costa, além de representantes de outros municípios baianos.
A diretora de Combate à Fome de Juazeiro, Márcia Vanusia Silva; o coordenador do programa Bahia Sem Fome, Tiago Costa; e a superintendente do SUAS em Juazeiro, Maria Quitéria Lima. Foto: ASCOM MDS
Durante a oficina, experiências de diferentes regiões do país foram compartilhadas, considerando realidades diversas e desafios enfrentados em situações de calamidade e emergência. Para Maria Quitéria, a participação de Juazeiro fortalece o compromisso do município com a construção de respostas organizadas e efetivas para proteger a população em momentos de crise. “Voltamos com uma bagagem importante sobre a necessidade de pensar planos e organizar o trabalho para momentos assim. A assistência social precisa estar preparada para chegar à população quando ela mais precisa”, destacou a superintendente.
A proposta do protocolo nacional surge a partir de experiências como as enchentes no Rio Grande do Sul em 2024, a pandemia de Covid-19 e a emergência de saúde na Terra Indígena Yanomami, situações que evidenciaram a importância da articulação entre diferentes políticas públicas e níveis de governo. O documento deve orientar ações como organização do abastecimento de alimentos e água, compras emergenciais com prioridade para a agricultura familiar, integração entre setores e definição de estratégias para atuação coordenada antes, durante e após situações de emergência.
Maria Quitéria também ressaltou que a Assistência Social tem papel fundamental nesse processo, especialmente por atuar diretamente com famílias em situação de vulnerabilidade. “A agenda de segurança alimentar e nutricional está ligada ao SUAS, que conta com mecanismos para identificar onde estão as famílias que mais precisam de ajuda”, afirmou.
Texto: Victória Resende/ASCOM PMJ
Fotos: ASCOM MDS




