Smed capacita professores no Plano Educacional Individual para atender alunos com deficiência

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Professores da Rede Municipal de Ensino estão participando no Centro Municipal de Formação Educacional Prof. Raymundo Vianna, de uma formação sobre o Plano Educacional Individual (PEI), que garante adaptações curriculares e de ensino para alunos com deficiência, TEA, TDAH ou altas habilidades, assegurado pela Lei Brasileira de Inclusão (Lei 13.146/2015) e pela LDB, sendo obrigatório para escolas públicas e privadas.

A formação é promovida pela Secretaria Municipal de Educação (Smed), por meio das Coordenações dos Anos Finais e de Educação Especial Inclusiva. Além da parte teórica, os estudantes também participam de oficina prática.

Representantes da Coordenação de Educação Especial e Inclusiva, Janaína Valéria falou das estratégias de ensino que devem ser desenvolvidas para flexibilizar ou adaptar o currículo, de forma a garantir o aprendizado. “Seria uma forma  ensinar, de aprender e de avaliar, sem alterar a essência do currículo. Flexibilizar é fazer uma adaptação curricular, de forma individual, para atender aquele aluno cuja deficiência dificulta o aprendizado dele”.

Janaína esclareceu que o aluno com deficiência vai continuar acessando o mesmo currículo da turma, mas por caminhos diferentes, com estratégias pedagógicas variadas. “A ideia é respeitar o ritmo, a linguagem, os recursos e as diferentes formas de participação de cada estudante. E assim vamos fazer uma inclusão escolar de fato”.

De acordo com a coordenadora dos Anos Finais, Solange Pires, a formação no primeiro dia foi para os professores de língua portuguesa, artes, educação física e inglês. Na quarta-feira, foi voltada para os professores de matemática e ciências, e nesta quinta-feira, para os docentes de história e geografia. “Esses professores hoje estão na oficina, trabalhando na prática como é adaptar suas atividades no PEI. Eles vão adaptar o plano de curso deles ao PEI, especialmente para os estudantes com deficiência”.

O professor de Artes da Escola Municipal Milton Almeida Santos, Maurício Silva, destacou que a formação com oficina prática está sendo importante. “A gente aprende que os alunos que têm deficiência precisam ser incluídos no processo de ensino-aprendizado, a partir de técnicas, de metodologias, de adaptações e de fazer essa construção do PEI, que já vai estar adaptado à necessidade daquele aluno”.

Professora de Língua Portuguesa das turmas do 6º ao 9º ano da Escola Municipal Paulo Setúbal em Inhobim, Ana Márcia afirmou que por mais experiência que o professor tenha, é sempre importante conhecer as novidades, os relatos, troca de experiências. “Nós estamos agora, elaborando no meu grupo, uma metodologia que para mim já é exitosa, trabalhar com diário de bordo, relatos diários, ilustrados, para que esse aluno consigam se expressar de todas as formas, tanto escrita quanto até a sua própria expressão corporal e ilustrações. Que ele consiga demonstrar o que está conseguindo compreender, aprender ou não. E com isso, o professor tenha esse feedback e consiga elaborar novas estratégias”.

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