A Coordenação Executiva do Comitê Municipal de Gestão Colegiada da Rede de Cuidado e de Proteção Social das Crianças e dos Adolescentes Vítimas ou Testemunhas de Violência (CMRPC) realizou, nesta quinta-feira (7), uma reunião com as coordenações dos Conselhos Tutelares. O encontro aconteceu no Auditório do Centro Integrado dos Direitos da Criança e do Adolescente (Cidca) e teve como foco discutir as ações estratégicas que serão realizadas ao longo do mês de maio durante a campanha municipal de combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes.
A coordenação executiva do CMRPC foi representada pelo secretário Michael e pela delegada da Polícia Civil, Rosilene Moreira
A campanha é realizada anualmente e tem como marco o dia 18 de maio, instituído como o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. Neste ano, o tema da mobilização é “Proteja, observe e denuncie! A violência sexual pode estar em casa, na rua e nas redes sociais”. Entre os objetivos da campanha está o fortalecimento da articulação entre as políticas de saúde, educação e assistência social, além da integração com órgãos do sistema de justiça e de segurança pública.
Para o secretário municipal de Desenvolvimento Social, Michael Farias, a construção de ações integradas é fundamental para fortalecer a rede de proteção social e ampliar o alcance da campanha. “A violência sexual contra crianças e adolescentes é uma violação grave de direitos e precisa ser enfrentada de forma coletiva e articulada. Nosso objetivo é fortalecer a atuação em rede, ampliar os espaços de conscientização e garantir que a população saiba identificar sinais de violência e denunciar. A campanha também tem um papel importante de mobilização social e de fortalecimento dos órgãos que atuam diretamente na proteção das crianças e adolescentes”, afirmou o secretário.
A coordenadora do Conselho Tutelar da Zona Rural, Simone Morais, destacou a importância da atuação conjunta entre os órgãos da rede de proteção. “Falar sobre o 18 de maio é falar sobre proteção, responsabilidade coletiva e coragem para romper o silêncio. Enquanto Conselho Tutelar, nossa perspectiva é fortalecer a conscientização da sociedade de que violência sexual contra crianças e adolescentes não é um problema privado. É uma violação de direitos que precisa ser enfrentada por todos nós. Precisamos fortalecer a informação, a prevenção e a escuta acolhedora”, pontuou a conselheira.








